Leitor tímido



As melhores experiências nos relacionamentos interpessoais que vamos nos lembram são àquelas em que fomos muito bem tratados. Procuro aplicar isso nos meus encontros, porque entendo que se um cavalheiro paga para ter algumas horas comigo, está pagando por uma experiência, e é minha obrigação e o meu prazer, tornar isso a melhor possível. 

Não é à toa que muitos retornam, não é só o sexo em si. É todo um conjunto de fatores. Quando esses cavalheiros são leitores do blog, ganham muitos pontinhos! Primeiro porque o sujeito se deu ao trabalho de ler-me, já dedicou algum tempo dele para mim, e tempo é muito preciso. Segundo, porque já vão para o encontro com um pouquinho da minha bagagem, me conhecendo um pouco. Vão curiosos, às vezes nervosos, mas o importante é que flui naturalmente porque ninguém aqui faz tipo.


Encontrei-me com um leitor que há alguns meses tenta combinar um horário comigo. E nunca dava certo porque além de morar em outra cidade, tinha um horário de descanso que não batia com o meu de trabalho, mas até que um dia desses conseguimos acertar.


Tímido, chegou no quarto bem sem jeito, e eu fico pisando em ovos com gente tímida, mas à medida que fomos conversando foi relaxando, pouco, mas foi...


De corpo despido, me senti um brinquedinho frágil no qual ele tinha receio de tocar. E se o cara me contacta, o que ele quer é me tocar, então lhe disse em tom de brincadeira: “pode pegar, eu não mordo”. Veio em direção a minha calcinha, tirou e me chupou, chupou e chupou mais um pouco, até que, eu, que raramente gozo no sexo oral (gosto mais de gozar na penetração), gozei deliciosamente. Ele também gozou depois na penetração. O tímido leitor não era de falar muito, mas sabia usar a língua muito bem! 


CONVERSATION

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