A carona - Conto Erótico



Sou acadêmica de Direito, já contei, né? Me sinto muito satisfeita em fazer esse curso, por isso sempre estou me gabando, rsrs. Meu ex, dizia que conhecimento é poder, e eu tenho que concordar. Gosto muito, aliás, posso afirmar que é uma das coisas que me excita! 

Um dias desses estava saindo na faculdade num dia atípico para mim, pois normalmente eu não vou à faculdade no período noturno, mas tive que ir fazer uma prova de segunda chamada e foi justamente num péssimo dia para isso, pois tinha deixado o carro na revisão e fui de táxi, mas na volta, eu precisava de carona, e não me atentei ao fato, esquecendo que não tinha ido de carro, precisava novamente do táxi.

Estava parada em pé em frente o estacionamento tentando chamar um por telefone, e um temporal ameaça cair, eu já estava ficando desesperada quando um carro parou ao meu lado e ouvi uma voz firme e familiar me dizer: "precisa de carona, senhorita?'. Olhei para o lado, e lá estava o meu professor, de Direito Econômico, com um sorriso simpático. Era um moreno alto magro, com uns lábios respeitáveis, e um olhar firme nos seus olhos castanhos.

Então eu disse: Preciso para ontem, rsrs. 

Ele destravou a porta por dentro e entrei. Andamos duas quadras da faculdade e o dilúvio começou. Toda chuva que não caiu em um mês, caiu naquela hora. Minha casa ficava a uns 15 minutos da faculdade, mas naquela quantidade de água que caia, deixando a visão bem difícil, fomos bem devagar. Durante o percurso, conversamos amenidades sobre o curso. Ele parecia um cara muito centrado, não desviava o assunto do campo profissional.

Assim que parou em frente ao prédio onde moro, tive que esperar um pouco mais dentro do carro até a chuva cessar um pouco. E parados ali, disse a ele: Muito obrigada pela carona, se não fosse isso, provavelmente estaria lá em frente a faculdade ensopada. Não sei como te agradecer.

E ele respondeu: Eu sei.  E em seguida, puxou meu rosto perto do seu e enfiou sua língua na minha boca. Confesso que me pegou desprevenida, mas com aquela boca na minha, uma mão na minha nuca, eu me derreti fácil e já sentia coisas pulsarem entre as minhas pernas, e não demorou muito, aquelas mãos grossas já estava colocando a minha calcinha de lado, e passeando o dedo na minha bucetinha já extremamente molhada. Brincou de enfiar o dedo fundo e tirar passando meu próprio líquido em cima no meu gigante grelinho, já estava quase gozando assim quando ele parou e enfiou o dedo melado na sua boca. Aquilo me deu muito tesão, parti para cima do seu zíper e num piscar, tirei aquele membro rígido e enfiei quase inteiro na minha boca quente. Fiquei ali mamando nele dentro do carro e toda aquela chuva caindo, ele jogava a cabeça para trás e gemia gostoso sussurrando: chupa ele sua putinha safada.

Fomos para o banco traseiro, colocou um preservativo, eu levantei a minha saia e coloquei a calcinha de ladinho sentando em cima daquele pau ereto, uma estocada e ele gemeu alto, e a partir dali foi uma bela cavalgada, ele metia cada vez mais forte, eu enlouquecia com toda aquela situação. Me tirou do seu colo e me deitou no banco, começou a meter e esfregar o meu grelinho com a cabeça do polegar, com seu pau na minha buceta socando forte e aquele dedo me esfregando, eu gozei gemendo alto, freneticamente, e ele aumentou a velocidade das estocadas e gozou em seguida.

Gemidos cessados, vidros embaçados, chuva acalmando. Acalmava-se também nossos nervos a flor da pele. Abaixei a saia, calcei novamente o scapin, peguei a minha bolsa, e disse com um sorriso no canto da boca: Obrigada! E sai pela porta de passageiro.





CONVERSATION

5 comentários:

  1. Existem boleias que valem muito a pena :-) Gostei da leitura

    Bom fim de semana.

    Bjocas
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    1. Eu me empolguei na história e esqueci de mencionar que era um Conto!

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  2. As boleias não podem ser perigosas? Ainda bem que essa resultou muito bem

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  3. Não tenho sorte nenhuma. Nunca uma mulher aceita uma boleia minha, imagino por terem receio de algo que, comigo, jamais aconteceria. Ou seja, fazer-lhes mal.
    .
    Hoje fiz a minha 1.ª publicação no Delírios. Espero que a vá/vão ver e conhecer. Sincero obrigado

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  4. Delicioso conto! Parabéns pelo blog!

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